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Blog Liga Jobs


Um profissional que adoece raramente é um problema isolado. A nova NR-1 colocou isso na conta jurídica da empresa.
Quando um profissional adoece, se afasta ou entra em conflito com a liderança, o impacto não fica contido nele. Ele se espalha pela equipe, pela obra e pelo resultado. A nova NR-1 tratou esse efeito como parte da gestão da empresa, e mudou a posição jurídica de quem adoece. Entenda por que isso importa antes de pensar em como resolver.


LigaJobs alerta: a fiscalização da NR-1 não é só para grandes empresas
Entenda por que empresas de todos os portes podem ser fiscalizadas e como falhas na gestão de riscos psicossociais podem gerar custos antes mesmo de uma multa.


Na construção, o adoecimento mental agora entra na mesma conta do acidente de trabalho.
Os afastamentos por transtornos mentais bateram recorde no Brasil, e o burnout subiu cerca de 800% em quatro anos. Com a nova NR-1, quando esse adoecimento é reconhecido como ligado ao trabalho, ele entra no mesmo enquadramento de um acidente de obra: estabilidade, FGTS durante o afastamento e aumento do FAP, que encarece a sua folha por anos. E o documento que deveria proteger a sua empresa pode virar a prova contra ela.


Terceirizar a mão de obra não terceiriza o risco. E a nova NR-1 colocou isso em pauta.
A construção é o setor que mais terceiriza no Brasil, e o que menos pode ignorar o que a NR-1 diz sobre isso. A norma estabelece que o risco psicossocial de um canteiro com múltiplos empregadores é coordenado pela contratante, não diluído entre as empreiteiras. Entenda o item que poucas construtoras leram e por que ele muda quem responde pelo adoecimento na obra.


A liderança da sua obra pode estar adoecendo a equipe. E a NR-1 acabou de transformar isso em responsabilidade legal.
A nova NR-1 lista o estilo de gestão como um dos principais fatores de risco psicossocial. Na construção, isso significa que a forma como seus líderes cobram, comunicam e reconhecem deixou de ser estilo pessoal e passou a ser item de compliance. Entenda o que a norma exige e por que formar líderes virou também uma decisão jurídica.
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