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Blog Liga Jobs


A construção nunca contratou tanto e nunca sofreu tanto com a falta de profissionais. Talvez o problema não seja só contratar.
O setor abriu mais de 150 mil vagas formais até maio e segue apontando a escassez de mão de obra qualificada como um dos principais entraves. Mas quando a rotatividade no país chega a 53%, vale perguntar se o gargalo está em atrair profissionais ou em conseguir mantê-los.


Nova NR-1 na construção civil: o resumo do encontro que reuniu segurança, operação e gestão de pessoas
Reunimos três olhares diferentes sobre o mesmo tema para discutir o que a nova NR-1 realmente exige das empresas da construção. Case real, perguntas do público e um bônus para quem participou. A conversa completa já está disponível para assistir.


NR-1 na construção civil: quando segurança, pessoas e operação passam a falar do mesmo risco
A gestão dos riscos psicossociais não depende apenas de documentos ou ações de bem-estar. Ela revela como a empresa organiza o trabalho, prepara suas lideranças e sustenta a operação.


Um profissional que adoece raramente é um problema isolado. A nova NR-1 colocou isso na conta jurídica da empresa.
Quando um profissional adoece, se afasta ou entra em conflito com a liderança, o impacto não fica contido nele. Ele se espalha pela equipe, pela obra e pelo resultado. A nova NR-1 tratou esse efeito como parte da gestão da empresa, e mudou a posição jurídica de quem adoece. Entenda por que isso importa antes de pensar em como resolver.


LigaJobs alerta: a fiscalização da NR-1 não é só para grandes empresas
Entenda por que empresas de todos os portes podem ser fiscalizadas e como falhas na gestão de riscos psicossociais podem gerar custos antes mesmo de uma multa.


546 mil afastamentos por saúde mental em um ano: o número que explica por que criamos um evento para quem decide na construção
O Brasil bateu recorde de licenças por transtornos mentais pela segunda vez em dez anos. Na construção civil, esse dado vira atraso, retrabalho e perda de bons profissionais. Entenda o que está por trás dos números, o que a nova NR-1 exige das empresas e como o evento gratuito do LigaJobs em 04 de agosto pode ajudar a sua empresa a sair da omissão.


Na construção, o adoecimento mental agora entra na mesma conta do acidente de trabalho.
Os afastamentos por transtornos mentais bateram recorde no Brasil, e o burnout subiu cerca de 800% em quatro anos. Com a nova NR-1, quando esse adoecimento é reconhecido como ligado ao trabalho, ele entra no mesmo enquadramento de um acidente de obra: estabilidade, FGTS durante o afastamento e aumento do FAP, que encarece a sua folha por anos. E o documento que deveria proteger a sua empresa pode virar a prova contra ela.


O que muda quando uma construtora leva a NR-1 a sério
A nova NR-1 já está em vigor e trouxe para o centro da gestão um tema que muitas empresas da construção civil conhecem bem, mas nem sempre tratam com método: os riscos psicossociais relacionados ao trabalho.


Terceirizar a mão de obra não terceiriza o risco. E a nova NR-1 colocou isso em pauta.
A construção é o setor que mais terceiriza no Brasil, e o que menos pode ignorar o que a NR-1 diz sobre isso. A norma estabelece que o risco psicossocial de um canteiro com múltiplos empregadores é coordenado pela contratante, não diluído entre as empreiteiras. Entenda o item que poucas construtoras leram e por que ele muda quem responde pelo adoecimento na obra.


A liderança da sua obra pode estar adoecendo a equipe. E a NR-1 acabou de transformar isso em responsabilidade legal.
A nova NR-1 lista o estilo de gestão como um dos principais fatores de risco psicossocial. Na construção, isso significa que a forma como seus líderes cobram, comunicam e reconhecem deixou de ser estilo pessoal e passou a ser item de compliance. Entenda o que a norma exige e por que formar líderes virou também uma decisão jurídica.


A nova NR-1 expõe um custo silencioso que a maioria das empresas da construção ignora há anos
A maioria das empresas do setor ainda enxerga a atualização da NR-1 como uma exigência documental do RH. O problema é que essa leitura ignora o impacto real da norma: até 90% dos custos relacionados a riscos psicossociais aparecem em perdas operacionais, e não em despesas médicas. E isso é assunto de quem toma decisão.


Aprenda a trabalhar em equipe: o que realmente sustenta grandes resultados
Existe um momento na carreira em que o resultado deixa de depender apenas de você. Eis que agora você é um líder!!! Esse é o ponto de virada: quando você percebe que grandes entregas são resultado de trabalho em equipe. E na engenharia, isso é ainda mais evidente, pois nenhuma obra relevante é construída por uma única pessoa.


Como construtoras pequenas e médias estão profissionalizando a gestão de pessoas sem ter um RH estruturado
A maior parte das construtoras brasileiras é de pequeno e médio porte. E a maioria delas não tem departamento de Recursos Humanos. Mas isso não significa que precisa abrir mão de uma gestão de pessoas profissional. Veja por onde começar.


Inovação resolve a crise de mão de obra na construção civil? A resposta é mais complexa do que parece
Contrapisos autonivelantes, construção modular e inteligência artificial estão transformando os canteiros. Mas tecnologia sem pessoas qualificadas para operá-la só troca um problema por outro. Entenda o que o setor realmente precisa.


Organização e disciplina: o que sustenta resultados consistentes na engenharia
Muitos profissionais acreditam que o crescimento está ligado apenas ao conhecimento técnico. Sem dúvida, ele é fundamental. Mas, na prática, o que sustenta a entrega de bons resultados ao longo do tempo é a capacidade de organizar tarefas, prioridades e rotinas.


O que a nova geração espera dos líderes da construção civil e como preparar sua empresa para essa mudança
A geração Z já representa quase 30% da força de trabalho no Brasil. Entenda o que esses jovens profissionais buscam no setor da construção, como liderá-los com eficácia e como ajudá-los a se adaptar a um ambiente que ainda está aprendendo a mudar.


A construção civil emprega mais do que nunca. Então por que está cada vez mais difícil contratar?
O setor da construção civil acaba de ultrapassar a marca de 3 milhões de trabalhadores formais no Brasil.


Formação contínua: o diferencial silencioso das grandes carreiras
Uma das decisões mais importantes que um profissional pode tomar ao longo da carreira é nunca parar de aprender.


O que acontece com a equipe quando o líder não sabe dar feedback
O impacto direto da ausência de retorno assertivo na produtividade, no clima organizacional e na retenção de talentos no setor da construção.


82% das construtoras não conseguem contratar quem precisam — e a liderança tem tudo a ver com isso
Por que a dificuldade de encontrar profissionais qualificados no setor da construção exige um novo olhar sobre a retenção e o papel dos gestores.
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