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Blog Liga Jobs


Um profissional que adoece raramente é um problema isolado. A nova NR-1 colocou isso na conta jurídica da empresa.
Quando um profissional adoece, se afasta ou entra em conflito com a liderança, o impacto não fica contido nele. Ele se espalha pela equipe, pela obra e pelo resultado. A nova NR-1 tratou esse efeito como parte da gestão da empresa, e mudou a posição jurídica de quem adoece. Entenda por que isso importa antes de pensar em como resolver.


O que muda quando uma construtora leva a NR-1 a sério
A nova NR-1 já está em vigor e trouxe para o centro da gestão um tema que muitas empresas da construção civil conhecem bem, mas nem sempre tratam com método: os riscos psicossociais relacionados ao trabalho.


Terceirizar a mão de obra não terceiriza o risco. E a nova NR-1 colocou isso em pauta.
A construção é o setor que mais terceiriza no Brasil, e o que menos pode ignorar o que a NR-1 diz sobre isso. A norma estabelece que o risco psicossocial de um canteiro com múltiplos empregadores é coordenado pela contratante, não diluído entre as empreiteiras. Entenda o item que poucas construtoras leram e por que ele muda quem responde pelo adoecimento na obra.
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