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Blog Liga Jobs


Um profissional que adoece raramente é um problema isolado. A nova NR-1 colocou isso na conta jurídica da empresa.
Quando um profissional adoece, se afasta ou entra em conflito com a liderança, o impacto não fica contido nele. Ele se espalha pela equipe, pela obra e pelo resultado. A nova NR-1 tratou esse efeito como parte da gestão da empresa, e mudou a posição jurídica de quem adoece. Entenda por que isso importa antes de pensar em como resolver.


546 mil afastamentos por saúde mental em um ano: o número que explica por que criamos um evento para quem decide na construção
O Brasil bateu recorde de licenças por transtornos mentais pela segunda vez em dez anos. Na construção civil, esse dado vira atraso, retrabalho e perda de bons profissionais. Entenda o que está por trás dos números, o que a nova NR-1 exige das empresas e como o evento gratuito do LigaJobs em 04 de agosto pode ajudar a sua empresa a sair da omissão.


Na construção, o adoecimento mental agora entra na mesma conta do acidente de trabalho.
Os afastamentos por transtornos mentais bateram recorde no Brasil, e o burnout subiu cerca de 800% em quatro anos. Com a nova NR-1, quando esse adoecimento é reconhecido como ligado ao trabalho, ele entra no mesmo enquadramento de um acidente de obra: estabilidade, FGTS durante o afastamento e aumento do FAP, que encarece a sua folha por anos. E o documento que deveria proteger a sua empresa pode virar a prova contra ela.


O que muda quando uma construtora leva a NR-1 a sério
A nova NR-1 já está em vigor e trouxe para o centro da gestão um tema que muitas empresas da construção civil conhecem bem, mas nem sempre tratam com método: os riscos psicossociais relacionados ao trabalho.


A liderança da sua obra pode estar adoecendo a equipe. E a NR-1 acabou de transformar isso em responsabilidade legal.
A nova NR-1 lista o estilo de gestão como um dos principais fatores de risco psicossocial. Na construção, isso significa que a forma como seus líderes cobram, comunicam e reconhecem deixou de ser estilo pessoal e passou a ser item de compliance. Entenda o que a norma exige e por que formar líderes virou também uma decisão jurídica.
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